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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

celso pitta

Celso Roberto Pitta do Nascimento (Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1946 — São Paulo, 20 de novembro de 2009) foi um político e economista brasileiro, graduado pela Universidade Federal Fluminense, com mestrado em economia na Universidade de Leeds (Inglaterra) e curso de Administração Avançada na Universidade Harvard (Estados Unidos).

Foi o prefeito da cidade de São Paulo de 1º de janeiro de 1997 a 26 de maio de 2000 e de 13 de junho a 31 de dezembro de 2000. Foi o segundo negro a ser prefeito da cidade de São Paulo. O primeiro foi o advogado Paulo Lauro, que ocupou o cargo entre 1947 e 1948.

Pelo fato de, na época, ainda não existir a possibilidade de reeleição em cargos executivos no Brasil, o então prefeito Paulo Maluf decidiu lançar seu secretário de finanças para dar prosseguimento ao seu modo de governar. Destaca-se a frase "votem no Pitta, e se ele não for um grande prefeito, nunca mais votem em mim", para demonstrar sua confiança no afilhado político.

Foi eleito no segundo turno pelo Partido Progressista (na época chamado Partido Progressista Brasileiro; PPB), derrotando surpreendentemente a candidata do Partido dos Trabalhadores, Luiza Erundina. A vitória de Pitta se deu principalmente em razão do apoio do prefeito Paulo Maluf, que possuía grande aprovação. Suas propostas envolviam principalmente projetos na área de transporte, como o "fura-fila" (chamado depois de "Paulistão" e de "Expresso Tiradentes"), parcialmente finalizado dez anos depois, ao custo total de 1,2 bilhão de reais.


Candidaturas

Tendo se candidatado a deputado federal nas eleições de 2002 e nas de 2006, não foi eleito.
[editar] Prisão

Em 2004, depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito do Banestado, foi preso por desacato à autoridade, ao discutir com o senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT).

Em 2006, o Ministério Público do Estado de São Paulo pediu, por meio de ação cível por má administração pública, a devolução de 11,8 milhões de reais aos cofres da prefeitura paulistana.

Em 2008, a Justiça Federal considerou Pitta culpado pelo "escândalo dos precatórios", impondo-lhe uma pena de 4 anos de prisão.

Foi preso pela Polícia Federal em 8 de julho, durante a Operação Satiagraha contra corrupção, por desvio de verbas públicas e lavagem de dinheiro.[2]

Dois dias depois, teve a prisão temporária afastada, após liminar do presidente do STF, Gilmar Mendes.
[editar] Foragido por duas semanas

Celso Pitta ficou foragido por duas semanas por não ter pago a pensão para sua ex-mulher Nicéia Pitta, mas conseguiu um habeas corpus na justiça para responder o processo em liberdade e convocou uma entrevista coletiva no dia 3 de dezembro de 2008 para explicar sua versão dos fatos.
[editar] Prisão domicilar

O juiz Francisco Antônio Bianco Neto, da 5ª Vara da Família da capital condenou Pitta a prisão domicilar por não pagar pensão alimentícia à ex-mulher. Teria que cumprimir prisão domicilar, pois estava devendo para Nicéia Camargo R$ 155 mil de pensão alimetícia.[3]
[editar] Cirurgia

Em janeiro de 2009, Pitta submeteu uma cirurgia, para retirada de um tumor no intestino e depois da cirugia, iniciou o tratamento com quimioterapia no Hospital Sírio-Libanês.[4]


Celso Pitta morreu no dia 20 de novembro de 2009, aos 63 anos, em decorrência de um câncer no intestino. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e havia se submetido a uma operação.[5]

Seu estado de saúde piorou mais nos últimos meses, de acordo com declarações de seu advogado, devido aos processos sobre o qual respondia.


fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/

Um comentário:

  1. No céu, ou no inferno, deve ter alguém dizendo "Votem nele, e se ele não for um bom Prefeito, nunca mais votem em mim."

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