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domingo, 13 de setembro de 2009

rubinho barrichello

Rubinho Barrichello vence o grande premio da Italia


A Brawn GP conquistou na Itália a sua quarta dobradinha do ano. O brasileiro Rubens Barrichello chegou à sua segunda vitória na temporada, e diminuiu de 16 para 14 pontos a vantagem de Jenson Button na liderança do Mundial de Pilotos.
Assim, a Brawn disparou na classificação do Mundial de Pilotos, repetindo as dobradinhas da Austrália, Espanha e Monaco. O vice-líder Barrichello esta de Parabens......

Rubens Gonçalves Barrichello, também conhecido como Rubinho Barrichello, (São Paulo, 23 de maio de 1972) é um automobilista brasileiro que, desde 1993, disputa o campeonato mundial de Fórmula 1, sendo o piloto mais experiente da história desta categoria.
* 1 Primeiros anos de carreira
* 2 Carreira na Fórmula 1
o 2.1 1993-1996: Jordan
o 2.2 1997-1999: Stewart
o 2.3 2000-2005: Ferrari
o 2.4 2006-2008: Honda
o 2.5 2009: Brawn GP
o 2.6 Estatísticas
* 3 Títulos
* 4 Vitórias na Fórmula 1
* 5 Resultado nas corridas da F1
* 6 Referências
* 7 Ligações externas


Rubinho conquistou cinco títulos brasileiros de kart, sendo considerado imbatível na época, e foi competir na Europa. Foi campeão da Fórmula Opel em seu ano de estréia, 1990, com seis vitórias, sete pole positions e sete voltas mais rápidas. No ano seguinte foi campeão da Fórmula 3 inglesa, pela equipe West Surrey Racing, derrotando David Coulthard. Aos dezenove anos foi então para a Fórmula 3000 na qual terminou em terceiro lugar na classificação geral.
Em 1993 iniciou sua carreira na Fórmula 1 pela Jordan, na qual em 1994 conquista seu primeiro pódio no GP do Pacífico em Aida e a sua primeira pole-position, no GP da Bélgica, em Spa-Francorchamps. No mesmo ano conquistou a sexta colocação do campeonato a frente de uma Williams, uma Benetton e uma McLaren, alguns dos melhores carros da época, sempre lembrando que na Benetton e na Williams, houve revezamento no 2º carro da equipe. Assim nenhum piloto fez mais que dez corridas na vaga de segundo piloto dessas equipes]. Em 1995 conquistou seu melhor resultado até então, segundo lugar no GP do Canadá no circuito Gilles Villeneuve.
Em 1997 transfere-se para a equipe Stewart, conseguindo como melhores resultados um segundo lugar, em Mônaco (1997) e três terceiros lugares, em Ímola, Magny-Cours e Nürburgring (1999). Logo em sequida, recebeu proposta da McLaren, a qual ganhou mais espaço no meio automobilístico mas não durou muito tempo, pois aceitou a proposta milionária da concorrente Ferrari.
Em 2000, é contratado para correr pela Ferrari. Lá foi duas vezes vice-campeão mundial e venceu nove Grandes Prêmios. Em 30 de julho de 2005 é anunciada sua contratação pela antiga equipe BAR (depois Honda F1) para dirigir um dos carros da equipe a partir da temporada de 2006.
Embora sempre tenha demonstrado ser um piloto competente, pesou contra ele o fato de a torcida brasileira procurar um sucessor para Ayrton Senna, feito que Rubens não conseguiu atingir, pois, apesar de ser considerado um piloto "fora-de-série"[carece de fontes?] entre os especialistas em automobilismo, principalmente em piso molhado, não chegou a fazer frente a pilotos como Michael Schumacher e Mika Häkkinen. Grande parte da expectativa criada pela possibilidade de ele ser campeão foi alimentada pela imprensa brasileira.


Em sua proveitosa passagem de seis temporadas pela Ferrari, por razões contratuais, sempre viveu à sombra de Schumacher, o qual efetuou o maior domínio de um piloto na Fórmula 1. Rubens Barrichello conseguiu sagrar-se vice em dois Campeonatos Mundiais de F1, em 2002 e 2004. Em 2004, apesar de não ter obtido o título, fez pontos suficientes para ser campeão com folga em quase todas as edições anteriores da competição (tornou-se então o segundo maior pontuador em um único campeonato da história da Fórmula 1).


Em 2006, Rubens passou por uma período de adaptação na equipe Honda tendo, no início da temporada, resultados inferiores aos de seu companheiro de equipe o britânico Jenson Button. No decorrer da temporada as performances dos pilotos acabaram por se igualar, com supremacia de um ou de outro, dependendo do circuito. Isso aconteceu até o GP dos Estados Unidos, quando Barrichello empatou com Button no campeonato, somando 16 pontos. Mas na segunda metade do campeonato, o inglês foi bem superior. Button venceu 1 corrida, conseguiu outro pódio e somou 40 pontos, enquanto o brasileiro somou apenas 14, ficando atrás por 56x30, em pontos, no campeonato.
Porém, em 2007, a equipe Honda não conseguiu criar um carro no nível das outras equipes da Formula 1 que tem orçamento anual semelhante ao seu. Rubens Barrichello passou o ano sem marcar nenhum ponto. Button conseguiu marcar 6.
Em 2008, a equipe Honda também não criou um carro competitivo, mas ainda assim foi (pouco) melhor do que o de 2007, permitindo que Rubens Barrichello pontuasse em três provas (GP de Mônaco, GP do Canadá e GP da Inglaterra) e obtivesse pódio (3º lugar no Grande Prêmio da Inglaterra), graças a uma estratégia bem sucedida executada durante a corrida, onde a equipe trocou os pneus intermediários por compostos de chuva forte, que eram os mais adequados às condições da pista.





Após muitas especulações de que a Honda já estava falida, eis que Ross Brawn compra todos os direitos da antiga equipe de Fórmula 1. Então Barrichello, tido como piloto aposentado no final de 2008, foi confirmado em 2009, para correr novamente ao lado de Button, na Brawn GP, equipada com motores Mercedes. Em 12 de Março de 2009, a bordo de seu Brawn GP, quebrou o recorde do circuito de Montemeló. Na sua primeira corrida pela Brawn GP, o Grande Prêmio da Austrália de 2009, terminou na segunda colocação, seu companheiro Jenson Button foi o vencedor da etapa. Já na segunda prova deste ano, Barrichello, com a prova terminada a 24 voltas do final, acabou ficando na quinta posição, ganhando apenas metade dos pontos que deveria ganhar se a corrida tivesse terminado sem problemas, ou seja, ganhou apenas 2 pontos.

No Grande Prêmio da Europa de 2009, disputado em 23 de agosto de 2009 em Valência, na Espanha, Rubens conquista sua primeira vitória na temporada, a décima na carreira e a centésima de pilotos brasileiros na principal categoria do automobilismo mundial.

Barrichello consegue sua segunda vitória em 2009 pela Brawn no Grande prêmio de Monza de 2009.


Rubens Barrichelo chega ao Grande Prêmio da Itália de 2009 sendo o piloto com maior participação em grandes prêmios: 283, com 279 largadas (contra 256 de Patrese). Outras marcas destacam o desempenho do piloto:

* 185 provas concluídas na zona de pontuação (perdendo apenas para Michael Schumacher, que pontuou em 197 corridas);
* 67 pódios (sendo o quarto piloto a subir mais vezes ao pódio da Fórmula 1);
* 586 pontos conquistados (sendo o 4º maior pontuador

http://pt.wikipedia.org/

Um comentário:

  1. Hoje assisti a mais linda demonstração de superação e humildade na TV logo após a vitória do Jason Button, pelo seu companheiro Rubinho.... foi lindo o emparelhar dos carros com o aplauso de quem tinha tudo para ganhar e continuar na luta pelo título mundial, e depois o abraço amigo, sem nenhuma mágoa....
    Isso me levou às lágrimas e fiquei realmente muito comovida.
    Sempre torci muito por esse brasileiro, que como diz o ditado, não desiste nunca, pelo fato da força de ser brasileiro.
    Levanta a cabeça, Rubinho, o grande vencedor desse ano sem dúvida nenhuma, e vc!!
    Você é dez, é cem, é mil!!!!!
    Valeu a pena torcer tanto por vc.... eu sabia há muito tempo que vc é o maior de todos....
    Um beijo grande.
    Sou carioca, musicóloga mãe e avó, com 61 anos de idade.

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